Publicado por: Cia Palhaçaria, Risadas e Outras Bestagens | fevereiro 12, 2009

Reunião com a FUNARTE, Sérgio Mamberti RJ

Segue relatório feito pelo colega Licko Turle,

sobre a reunião com a presidência da Funarte, RJ –

“Caros, estas foram as anotações que eu consegui fazer do nosso encontro com o presidente da FUNARTE, Sérgio Mamberti. Muita coisa não deu para anotar mas acho que o essencial foi isto… Abs, Licko Turle

Reunião da FUNARTE com as Entidades da Classe teatral

Data: 11 de fevereiro de 2009

Local: Palácio Gustavo Capanema – Sede da FUNARTE, 5 andar – Centro – Rio de Janeiro

Horário marcado: 12h Início: 12:58h

Entidades presentes: o FUNARTE o Movimento Redemoinho o Rede Brasileira de Teatro de Rua* o CBTIJ-Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude o Rede de Teatro de Rua e Afins do RJ o SInparc – Sindicato dos Produtores de Arte e Cultura de Belo Horizonte (MG) O presidente da FUNARTE, ator Sérgio Mamberti, abre a reunião agradecendo aos presentes e pedindo desculpas pelo atraso.

Faz uma introdução dizendo que a área do teatro tem muitas vertentes como o teatro de rua, de bonecos, grandes, médias e pequenas produções, teatro amador, teatro de grupo entre outros e que percebe muitos conflitos entre grupos, produtores, independentes, mas, para ele todas estas manifestações são formas diferentes do fazer teatral e que as políticas públicas tem que apoiar, ouvir , reconhecer e atender a todas sem distinção. Afinal todas são parte da cadeia produtiva e devem funcionar com trocas e parcerias. A seguir expõe sobre os espaços físicos que a FUNARTE administra, explica que a compra do prédio onde funcionou o TBC, foi comprado na gestão anterior e o dinheiro já estava depositado e destinado, por isto o negócio foi fechado. Hoje, na sua administração ele iria refletir sobre a necessidade ou não desta aquisição pelo governo, apesar do seu grande valor histórico para a memória do teatro brasileiro, talvez , por isto, a instituição tenha adquirido em épocas diferentes, o Eugênio Kusnet – SP (Teatro de Arena), o Teatro Dulcina – RJ. A manutenção destes espaços tem um alto custo com funcionários, obras, etc. E a relação custo x benefício, é questionável. Hoje tem o teatro Glauce Rocha – RJ, o Cacilda Becker – RJ, a Aldeia de Arcozelo-Rj, a Casa Paschoal – RJ, a Casa do Conde-BH, a sede da FUNARTE de São Paulo, entre outros. Ele afirma que pretende dar ocupação e programação nacional para estes espaços , senão não tem sentido pertencerem a FUNARTe , que é um órgão que atende o teatro de todo o país.

Explica que a reunião, ora convocada, foi uma sugestão do ator Ney Piacentini, presidente da Cooperativa Paulista de Teatro, durante o evento do Rio Em Cena Contemporânea. Naquele dia, Ney disse a ele que deveria reunir os proponentes das três leis sobre o que estão em tramitação no Congresso Nacional para que fosse feito um estudo no sentido de tentar unificar os textos e chegar à uma só proposta de lei. O novo Coordenador de Artes Cênicas confirma e reforça que a reunião foi uma proposta do Ney, que entendia que FUNARTE deveria retomar o dialogo com a classe teatral brasileira. E cita as três: 1 – a proposta pelo Movimento Redemoinho (Prêmio do Teatro Brasileiro); 2 – a da Associação dos Produtores Teatrais do Rio de Janeiro – APTR – que propõe a ANCENA- Agencia Nacional das Artes Cênicas; e, 3 – a Lei Geral das Artes (Câmaras setoriais). O Sr. Bones, lembra, ainda, que a reunião é, também, uma continuação da outra com o mnistro Juca e o ex-presidente da FUNARTE, Celso Frateschi, no dia 19 de maio de 2008, naquele mesmo local. Mamberti informa que convidou a APTR e a APTI-Associação dos Produtores Teatrais Independentes – SP e que por motivos diferentes, não compareceram. A primeira por um problema de comunicação e, a segunda, porque prefere conversar com a FUNARTE na reunião prevista para São Paulo. O Coordenador do CEACEN, após apresentar a equipe da FUNARTE, pediu que cada um se apresentasse. O Sr. Romulo Duque, da SINPARC (produtores) BH, diz que o poder público tem que se aproximar de todos os setores e ser mais propositivo. Mamberti disse que esteve já em BH e depois no Nordeste, e que logo começam as discussões sobre o PNC- Plano Nacional de Cultura e a Conferência Nacional de Cultura.

Ele entende que a partir de agora, os municípios, os estado ea União precisam atuar juntos e otimizar as verbas para viabilizar as ações nacionais. O Sr. Duque o convida para o seminário que acontecerá em BH com os produtores. Faz um histórico sobre o teatro há décadas passadas com o Teatro Amador, com Stanley, o Teatro Profissional, em São Paulo quando os artistas e trabalhadores conseguiam discutir as políticas públicas e auxiliar ao governo. Diz que agora está realmente tudo esfacelado. E que estes encontros com a FUNARTE podem vir a gerar propostas únicas. Antonio Carlos Bernardes- CBTIJ, delegado da Câmara Setorial do Teatro, diz que a Lei que as câmaras setoriais desenvolveu teve como base a proposta doRedemoinho, melhorada. Antonio Guedes, da Associação de Grupos e do Redemoinho disse que estava na reunião anterior, em 2008 e gostaria de saber sobre aquelas questões. André Garcia Alves, da Rede de Teatro de Rua do Rio e RBRTR Reinaldo Santana – do grupo Entrou por uma Porta e da Rede de Teatro do Rio e RBTR. Richard Righeti, grupo Off-Sina, Rede de Teatro do Rio –

Fala da pauta que a rede Rio tirou para a reunião que incluem PNC, Leis do Teatro, Miriam Muniz, Encontro de Arcozelo, dia 27 Teatro, das reuniões com o SEBRAE, e que o imposto modificado do simples e o fator R vão prejudicar o Circo pequeno e médio.

Lígia Veiga – Grande Companhia de Mysterios e Novidades, Rede de Teatro do Rio e RBTR. Se sente bem em saber que o dialogo foi retomado e parabeniza a escolha da equipe de teatro da FUNARTE.

Fernando Yamamoto, Clows de Shakespeare, Natal-RN. Conselho do Redemoinho. Diz que está feliz com a escolha do Marcelo Bones para Coordenação de Artes Cênicas porque ele têm transito com os produtores, teatro de grupo, teatro de rua. Que esta escolha indica a pré-disposição da FUNARTE em dialogar com todos. Fala que já se discutiu muito com o governo sobre quase todos os temas.A última reunião em 2008 não avançou. Pergunta o que é que o governo tem a falar sobre isto.

Gordo Neto, Teatro Vila Velha, Salvador-BA , atual secretário-geral do Redemoinho, lembra que a Lei do governo prometida pelo ministro não foi apresentada . Está preocupado com o tempo e não quer andar em círculo. Tem urgência de saber sobre a Caravana, o Miriam Muniz… Informa que os grupos de teatro no Brasil estão acabando, os espaços culturais não conseguem mais se manter, como acontece com o Vila Velha, mesmo com seis grupos lá dentro. Há questões urgentes.

Leonardo Lessa: Grupo Invertido, conselheiro redemoinho. Foi importante a escolha de Marcelo Bones por ser uma pessoa fora do eixo Rio-São Paulo. Isto descentraliza e democratiza

Licko Turle, grupo Tá Na Rua, Redemoinho, Rede de Teatro do Rio e RBTR, diz que concorda com o que já foi dito e que tem urgência das respostas da FUNARTE. Um ano se passou desde a última reunião, que inclusive relatou a todo o Brasil José Mauricio, técnico da FUNARTE, funcionário concursado.

Tadeu ____________, assessor de Mamberti. Heloísa Vinade , coordenadora de teatro da FUNARTE. Mamberti retoma a palavra e lembra que, a desvinculação da Cultura da Educação, deixou seqüelas graves: um ministério da cultura sem dinheiro, sem estrutura, sem funcionários… as cooperativas foram as formas encontradas para trabalhar… , o sindicato ficou sem trabalhador… todos viraram produtores.. aí veio a Lei Sarney… e piorou tudo. Antes havia empréstimo em banco, do Ministério, a bilheteria pagava depois… Viajava-se pelo Brasil, tinha o secretário de frente, depois, apareceram os produtores locais. Estes viravam sócios do espetáculo! Isto tudo somado desmontou a cadeia produtiva do teatro no Brasil. Perderam-se os tijolinhos no jornal. “Quando fiz Hamlet, com o Frateschi, tivemos o primeiro apoio da Lei Sarney, depois Rouanet. Aí, o patrocinador pediu para colocar um carro no saguão e tudo. Começou a interferência e a loucura. Um dia, depois da estréia, eles viram um monte de fornecedores, aparecendo com cheque sem fundo. O produtor tinha emitido vários cheques em nome deles… Bem o percentual de cada um de nós diminuiu para poder pagar a produção usando os velhos métodos. O número de cooperativados cresceu… Em 1989, no programa do Lula, apresentamos proposta… depois em 1994, em São Paulo, tentamos fazer um plano nacional com discussão de toda a sociedade. A lei Mendonça foi construída por aquele grupo. O Brasil saiu da produção de cem filmes por ano para um. Era o caos. Dez dias depois do plano Collor, o ingresso quase que gratuito, no teatro de 85 lugares, oitocentos artistas em um ano trabalhando de graça como mobilização para fazer frente aquele vazio.Em 1994, a Lei que fizemos foi entregue ao Weffort. O lançamentro foi na UFBA – Ele falou “Cultura um bom negócio”. Uma grande vaia nele. BOM Negócio para quem? Perguntávamos…” Taí a Lei ROUANET com propostas de mudança. As mudanças na Lei são uma inversão de prioridades, a discussão vai ser grande, temos que batalhar pela PEC 150, pelos 2% para a Cultura federal, 1,5% estadual e 1% municipal como mínimo! Mamberti diz que há verba, mas há também problemas de orçamento da FUNARTE junto ao ministério da cultura. Isto já está sendo visto! Comenta que o dinheiro está bloqueado e pode haver contingenciamento a partir de 15 de março, sim, mas, existe possibilidade de suplementação de verba e que, talvez, a PETROBRAS volte a participar em projetos com a FUNARTE. Disse que quer colocar o processo todo do ponto de vista sistêmico e conta com a ajuda de todos.

A. C. Bernardes, fala que a mobilização nacional é importante… a emenda que se conseguiu para o prêmio Miriam Muniz foi através disto e ouviu que será retomada a idéia das Câmaras Setorias, Mamberti: Sim, abertas para novas inscrições e a gente vai estar atualizando isto. Bernardes diz que os representante eleitos, os políticos, podem e devem atuar.

Mamberti, diz que tem uma frente parlamentar que vem atuando, sim e com progressos interessantes. Que está montando o projeto de re-estruturação da FUNARTE que precisa de qualificação, e pretende institucionalizar as regionais. Marcelo Bones: – Sei que temos pouco tempo e a reunião tem que ser objetiva e com foco claro. Vamos sair daqui com uma proposta de ação imediata. Nacionalização da FUNARTE é importante para o MinC e no início de maio estará a central da FUNARTE estará em Brasília. Fala de projetos estruturantes, a questão da circulação, articulação, e a criação de um GT para pensar as leis: 1) foco nas leis que existem; 2) no teatro e nas artes cênicas. O setor do teatro como um bloco de atuação junto ao legislativo e executivo… nos espaços da FUNARTE como difusores de ações de produções nacionais.

Tuninho Guedes: É tudo ótimo mas, chega com um atraso de dois ou mais anos atrás. Não há dinheiro à vista…

Mamberti diz, – Tem que ter dinheiro, não é só plantar agora , eu quero colher este ano, ainda. Bernardes: “E o Miriam Muniz 2008 e o Míriam Muniz 2009….”

Mamberti: “Tem que acontecer. .. A PETROBRAS teve um problema , situação complicada, mais já assinamos o contrato.”

Bernardes, “Tem que ser lançado agora o Miriam Muniz 2009, para acontecer no segundo semestre.”

Tuninho: “Outra ansiedade minha… e os projetos que foram entregues para as leis e não houve retorno? O MInC chegou a pensar nisto?”

Leonarda Lessa:” O nosso projeto demandou muita gente, discussão e mobilização… a medida que demora muito o retorno, nos desarticula. Foi muito conhecimento e encaminhamos isto…”

Marcelo Bones: “O GT é para isto , sair daqui com a maneira de trabalhar.. . “

Romulo: “As leis da APTR e do Redemoinho já estão no Congresso….”

Marcelo Bones: “ – O Miriam Muniz e o Klaus Viana estavam parado, quando chegamos… Criamos um pacote de ações, retomamos a conversa com a PETROBRAS Já foi assinado o contrato com ela. Agora é nomear uma comissão de jurados, serão contratados e é um pouco de tempo. Fizemos algumas mudanças no edital ”

Bernardes: “Não houve retorno de nada!”

Heloísa : “Nós mudamos , sim, no edital mas, por ética nem tudo foi comunicado porque não sabíamos se ia ter ou não.”

Mamberti: “Pretendo levar o PRONAC para Brasília, também, para agilizar, porque vai para Brasília… volta para o Rio… vai para Brasília… Os processos andam muito de avião! (Risos) “

Tadeu: “Um dos instrumentos de comunicação que pretendemos gerar é a reformulação do site… queremos chegar ao Portal. Para podermos conversar, ter informações e dados, links com todas as outras entidades que tenham dados e informações e estabelecer diálogos, num conceito quase de BloG, digitalizar o acervo e disponibilizar, registrar os acontecimentos artísticos associados a FUNARTE ou ao MinC… trabalhar com as tecnologias mais modernas, sem perder o olho-no-olho. Criar uma mediação, mas, uma capilaridade das ações, das artes, registro de hoje… Ouvidoria.”

Mamberti: “Vamos investir na capacitação, também.”

Marcelo Bones: “A Capacitação da emenda de 10 milhões está dependo de uma minuta , ainda. Varios estados mandaram, só SC e MG que não entraram a tempo com o projeto para o uso dos 10 milhões.”

Tadeu se retira para outra reunião.

Marcelo Bones: Voltando ao GT que propomos, a questão política destas leis é uma prioridade, juntar as três leis, que surgiram de mobilizações a partir de necessidades políticas. Bernardes: Começou com o Ney Piacentini que pediu a ARTE contra a Barbárie desenvolveu… Mamberti interrompe dizendo que a Lei de Fomento de São Paulo começou o Vicenti e ele e o Tadeu começaram a trabalhar numa alternativa para a Lei Mendonça para apoiar a atividades daqueles grupos que não estavam no mercado Pesquisaram isto em Porto Alegre, que já tinha a lei; depois surge o Arte Contra a Barbarie e o Vicente ajudou…

Bernardes: Das câmaras setoriais, o Redemoinho que é muito mais ágil, apresentou no Senado.

Mamberti: Antes disto a APTR entendeu que deveria criar um Instituto só de teatro e faz a sua Lei e apresenta também…

Leonardo diz que o Redemoinho não quer a paternidade e, sim, houve grande discussão e levou-se ao máximo de pessoas no país.

Licko interrompe e pede objetividade. Para voltara a discussão da construção do GT.

Mamberti diz que há duas leis. A APTR parte do principio da ANCINE e quer a ANCENA com uma Lei específica. Ela seria a mesma coisa da Lei ROUANET, um espelho e tem inconstitucionalidade… É possível só uma lei, nós do teatro, sempre tivemos uma capacidade de organização e sistematização exemplar.

Licko: Fala que o Redemoinho tem em seus princípios a criação de uma rede de espaços de criação e compartilhamento e produção de conhecimento que é uma espécie de “Circulação”. Por quê a FUNARTE não usa esta parceria?

Richard fala que o fazer teatral do Redemoinho e das outras instituições têm soluções caso o governo queira fazer isto.

Mamberti informa sobre o Teatro Dulcina, que precisa de obras e corre risco de uso imediato e que tentará verbas para obras lá. E sobre a Aldeia de Arcozêlo disse fará obras emergenciais para a reunião presencial da RBTR usar em abril , mas que ela será reaberta oficialmente ao público em julho com o Festival da FETAERJ com a presença, se possível do Ministro Juca ferreira e do Governador do Estado.

Gordo Neto pergunta se os Diálogos Culturais do Juca Ferreira tem a ver com a proposta da criação do GT.

Mamberti: Sim Gordo Neto: “Este grupo de trabalho tem a ver com as Camaras Setoriais ou não?” Mamberti: “Lá na frente vai convergir, sim, com as câmaras setorias.” Gordo Neto: “A representação das Camaras setorias será estadual ou regional ”

Marcelo Bones: “O GT é uma forma de ter um pensamento focado nas três leis que temos. Repete que as leis são frutos de um momento político e devemos retomar isto…” Fernando Yamamoto: “Há semelhança e as diferenças entre as Leis … Qual é a posição da FUNARTE?”

Mamberti: ” Infelizmente, a APTR e a APTI não quiseram voltar atrás e retirar a sua proposta… e eu acho que não vai avançar…”

Licko: “Eu acho que será votada , sim. Tem a Rosalba, o Linhares, o Cristóvão… eles vão aprovar a Lei do Teatro, sim!

“ Leonardo Lessa: Mas existe uma preocupação que o nosso modelo e a nossa proposta também pode empacar. Este grupo de trabalho é para discutir estas duas propostas.

Marcelo Bones: A proposta é de dialogar com todos, conversar com a APTR e com a APTI para chegar a um consenso. Para formar o GT gostaria da participação da Cooperativa Paulista….

Licko Turle: “- O teatro de rua também tem que participar do GT. A RBTR tem que ter representante. Hoje ela é a única entidade teatral que está organizada nas cinco regiões do país e tem que participar…”

Mamberti aprova as duas indicações de Marcelo e de Liicko Turle

Licko Turle: “E o Norte? Precisa de representação do Norte do país no GT. Eles têm que participar de qualquer maneira, para o GT ser nacional…”

Marcelo Bones: “O Grupo de Trabalho terá a seguinte representação: APTR, REDEMOINHO, COOPERATIVA, APTI, RBTR que indica um representante da região Norte do país.”

Mamberti propõe uma consulta ao Gustavo sobre a participação de representantes da câmara setorial, como pede o Bernardes, se há a necessidade ou não da participação de representante da Camara Setorial…

Licko Turle coloca que o Redemoinho não tem mais dinheiro para viajar e participar do GT. Os recursos da organização são de semestralidade dos sócios, R$ 210,00 e acabaram. Lembra que os representantes das cinco regiões do Brasil, da RBTR, não vieram porque não houve passagem. Como então acontecerá o GT? Quem paga as passagens? Marcelo Bones disse que irá ver a possibilidade da FUNARTE pagar as passagens.

Informa que a reunião do GT, acontecerá em Brasília em março. Logo após o carnaval. Ligia Veiga pergunta se o GT vai poder discutir circulação, capacitação e outras coisas…

Mamberti diz que o GT realmente é para resolver as questões das três leis…

Todas as outras informações irão para a Conferência Nacional … A reunião terminou as 15:30h.

Ass.

Licko Turle”


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